Enercom

Login
Home » Notícias » Eficiência Energética » Carros ecológicos podem reduzir poluição em 80% até 2050
A+ R A-

Carros ecológicos podem reduzir poluição em 80% até 2050

Enviar por E-mail Versão para impressão
Carros ecológicos podem reduzir poluição em 80% até 2050 24-03-2013

 

Os carros com combustíveis alternativos contribuiriam para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa com deslocações diárias nos Estados Unidos em 80 por cento até 2050, segundo um estudo divulgado esta semana.

 

Isto diminuiria em mais de 10 por cento a contaminação total que os Estados Unidos provocam na atmosfera, sendo que os carros particulares e os pequenos caminhões são responsáveis por 17 por cento das emissões nacionais de gases de efeito estufa, destacou o estudo, segundo a agência AFP.

 

O relatório, da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (NAS, na sigla em inglês), prevê futuros automóveis capazes de circular 42,5 quilómetros com um litro de combustível.

 

Segundo o documento, veículos com tecnologias mais eficientes, por exemplo mais leves, poderiam, combinados com fontes de energia alternativas, como biocombustíveis, eletricidade ou hidrogénio, reduzir o uso do petróleo em 80 por cento até 2050.

 

Não há uma única solução prevista, mas entre os combustíveis incluídos estão o etanol e o biodiesel, que já são produzidos em quantidades comerciais. O estudo também destacou "um potencial muito maior" nos combustíveis produzidos a partir de resíduos de madeira, palha de trigo e milho, conhecidos como combustíveis de biomassa lignocelulósica.

 

Segundo a pesquisa da NAS, durante pelo menos uma década os preços dos veículos permanecerão altos, embora o combustível para fazê-los funcionar seja mais barato e mais ecológico.

 

Ainda assim, os autores do estudo destacam que os benefícios em termos de economia de energia, melhores veículos, redução de consumo de petróleo e baixa das emissões de gases de efeito estufa seriam "muito maiores do que os custos projetados".

 

As metas estabelecidas serão "difíceis mas não impossíveis de cumprir", desde que sejam implementadas fortes políticas nacionais, disse que o estudo, patrocinado pelo Departamento de Eficiência e Energias Renováveis do Departamento de Energia dos Estados Unidos.


EE / Exame

Login