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Renováveis de fora das poupanças na energia

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Renováveis de fora das poupanças na energia 07-10-2013

O Governo anunciou na sexta-feira um segundo pacote de poupanças no setor que pode atingir os 1400 milhões de euros e que, com as restantes medidas apresentadas no âmbito da sétima avaliação da troika, levam o Executivo a projetar um corte de mais de três mil milhões de euros. Mas desta vez as renováveis ficaram de fora desta contribuição.

“As energias renováveis já receberam um corte significativo na sétima avaliação, na casa dos 150 milhões de euros nas eólicas, e às mini-hídricas foi-lhes antecipado o período de remuneração em dez anos, de 35 anos para 25 anos”, explicou o ministro do Ambiente, Ordenamento do Território e da Energia, citado pelo Jornal de Negócios.

Na opinião do governante, não se justificava agora que este segmento fosse novamente chamado a colaborar.

Jorge Moreira da Silva acrescentou ainda um outro conjunto de razões para esta especificidade. “As renováveis que estão a ser licenciadas com legislação posterior a 2005 já têm uma remuneração que é das mais baixas da Europa, sete euros por Mw/h”, explicou.

O ministro disse ainda que as renováveis têm uma série de externalidades positivas, do ponto de vista industrial e ambiental.

Além disso, a política europeia, porque “não há almoços grátis”, obriga a que aposta neste tipo de energia se mantenha para o país cumprir as metas a que se propôs até 2020, acrescentou.


EE / Jornal de Negócios

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