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Utilização de novos fundos europeus terá maior controlo, adverte comissário europeu

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Utilização de novos fundos europeus terá maior controlo, adverte comissário europeu 08-11-2013

O comissário europeu para a Política Regional congratulou-se, esta quinta-feira, com a aprovação em comissão das regras de "maior controlo e transparência" na utilização de fundos europeus e disse que o próximo quadro comunitário vai "apoiar mais" a economia.

"Demos um passo em frente para podermos dar maior apoio à economia real, criar empregos, apoiar as pequenas e médias empresas, aumentar a inovação e fomentar uma economia menos poluente”, afirmou Johannes Hahn, em Bruxelas.

O responsável europeu afirmou que "até fora da Europa" o novo ciclo de fundos comunitários e a reforma da Política de Coesão é visto com expectativa: "Vai transformar a política regional num instrumento para o crescimento e o bem-estar dos cidadãos".

"A aprovação de hoje abre caminho para que os Estados-membros e as regiões possam preparar novas estratégias e programas que irão envolver no total 325 mil milhões de euros de fundos europeus.

Somando as contribuições de todos os países e a alavancagem trazida pelos instrumentos financeiros o impacto global supera os 500 mil milhões de euros", adiantou Hahn.

O comissário europeu sublinhou ainda que o facto de ser um orçamento para sete anos (2014-2020) "dá aos investidores públicos e privados um quadro estável", que aumenta a confiança.

De acordo com as novas regras, apontou o comissário europeu, a partir de agora os Estados-membros e as regiões "terão de indicar claramente os objetivos que pretendem alcançar com os fundos disponíveis, com indicadores claros para medir os progressos".

"Estas mudanças vão permitir aos cidadãos verificar como os recursos são utilizados e às instituições europeias de terem debates mais regulares sobre a implementação das políticas de coesão", sustentou.

A inovação e desenvolvimento, o apoio às pequenas e médias empresas, a eficiência energética e energias renováveis e o combate à pobreza e o desemprego são as áreas prioritárias para a União Europeia, identificou Johannes Hahn.

"Espero que agora o Parlamento Europeu assuma as suas responsabilidades e confirme a votação de hoje", concluiu.


EE / Notícias ao Minuto

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