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Etiquetas informam consumidores do dinheiro gasto em energia

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Etiquetas informam consumidores do dinheiro gasto em energia 15-11-2013

A existência de novas etiquetas nos equipamentos mais utilizados pelos consumidores, como frigoríficos ou máquinas de lavar, permite que a informação fornecida nos eletrodomésticos não conste só em kilowatts.

Estas etiquetas vão passar a informar o consumidor “do dinheiro que um equipamento gasta anualmente”, afirma o diretor da Agência de Energia e Ambiente da Arrábida.

O projeto Yeaci, que a ENA está a desenvolver em parceria com a ADENE “pretende informar os consumidores sobre a relação entre os custos de aquisição e os custos reais de funcionamento dos equipamentos”. Orlando Paraiba salienta que “um equipamento mais barato pode sair mais caro a longo prazo”.

O membro da direção de auditoria e edifícios da ADENE, Manuel Castiço sublinha que “as etiquetas vão ajudar o consumidor a tomar a melhor opção”, uma vez que “as pessoas demonstram preocupação sobre o gasto energético de um equipamento”.

Paralelamente a este projeto, a ENA está a coordenar o programa RecOil, que “pretende estimular a recolha de óleos alimentares usados e convertê-los em biodiesel”, faz saber Orlando Paraíba.

As escolas também são um elemento fundamental para este projeto, porque “vão dar a informação necessária aos alunos e estimulá-los a colocar os óleos alimentares usados no oleão”, refere o diretor da Agência de Energia e Ambiente da Arrábida.  

Para o biénio 2013/2014, a ENA viu aprovado, no concurso do PPEC – Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Elétrica, o projeto Gestão de Energia Elétrica, que pretende “incentivar as pequenas e médias empresas a terem uma boa gestão energética”.

Entretanto, a ADENE apresentou um sistema de etiquetagem energética dos seus produtos, que vai incrementar a “utilização de janelas com classes mais eficientes de desempenho”, quer por opção dos consumidores, quer por sugestão dos próprios fabricantes ou instaladores.

Manuel Castiço refere que, “se o consumidor optar por colocar janelas com baixo consumo energético, poupa 50 por cento da energia”, uma vez que, “no verão a casa não se torna tão quente e no Inverno não é fria”.


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