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Mercado liberalizado ganha 82 mil novos clientes em julho e capta o último cliente de muito alta tensão (MAT)

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Cerca de 82 mil clientes passaram em julho para o mercado liberalizado, que totaliza já 1 863 mil, com a mudança de comercializador a ganhar uma nova dinâmica com o leilão promovido pela DECO para os consumidores domésticos, ganho pela Endesa, bem como com as posteriores campanhas promovidas por outros comercializadores.

Julho fica também marcado pelo fim do mercado regulado para os clientes de muita alta tensão (MAT), já que o último cliente neste segmento passou para o mercado livre, e pela entrada de um novo comercializador, a Enforcesco.

Em termos globais, o consumo do mercado liberalizado representa mais de 68% do consumo total de eletricidade em Portugal, ascendendo a 23 993 GWh.
O número de clientes no mercado livre cresceu em julho 4,6%, continuando a verificar-se uma adesão muito visível, desde o final do ano passado, dos consumidores domésticos ao mercado liberalizado, cujo consumo é já de cerca de 32% do total do segmento. Por seu lado, a quase totalidade dos consumos dos grandes consumidores está já em mercado livre.

A dinâmica registada em julho no mercado livre refletiu-se num decréscimo da concentração do mercado, quer em consumo quer em número de clientes.
A EDP Comercial continua como o principal operador no mercado livre, mas registou uma ligeira redução da sua posição face ao mês anterior, com um decréscimo em 0,9 pontos percentuais na quota de clientes, para 83,6%, e de 0,5 pontos percentuais na quota de consumo, para 44,3%.
Regista-se ainda a recuperação da Endesa, que ganhou o leilão promovido pela DECO, em 0,8 pontos percentuais em número de clientes, para 8,6%, e em 0,4 pontos percentuais em termos de consumo, para 21,9%.
Além da EDP Comercial, também a Iberdrola perdeu quota de consumo, em 0,6 pontos percentuais para 19,7%. Estas reduções foram absorvidas pela Endesa, com o já referido aumento de 0,4 pontos percentuais, e pela Galp que aumentou a quota de consumo em 0,9 pontos percentuais, para 5,8%, muito em parte pela captação de um consumidor em MAT.

Para saber mais consulte Mercado Liberalizado – Situação a julho de 2013


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